RSS
email
2

CONTRA-CAPA: 2012 - O Ciclo Solar e a Tempestade Assassina



No blog Reflexões de um Ateu aparece este parágrafo:


“Esta profecia têm alguma base científica e a violenta atividade solar prevista pelos Maias é confirmada por astrofísicos, não obstante, negam que tal acontecimento possa significar algum tipo de fim do mundo. Segundo os cientistas, as tempestades solares intensas que, de fato, são periódicas, estão previstas para acontecer entre 2011 e 2012. Estas explosões libertam energia de até 100 bilhões de vezes a bomba atômica lançada sobre Hiroshima na II Guerra Mundial.”


O Sol aproximar-se do seu máximo solar de 11 anos. As previsões apontam para o máximo do Ciclo Solar 24 como o mais energético desde os últimos, ocorridos em 2002 e 2003.
Este cenário tem alguma base científica. Pode existir “alguma correlação entre o ciclo solar de 11 anos e os ciclos temporais vistos no calendário Maia.”.
“A possibilidade de haver uma grande tempestade solar que afecte a Terra “tem sido bastante atraente para os profetas do apocalipse.” A verdade é que a Terra está muito bem protegida contra os ventos solares, embora alguns satélites sofram com isso.
O gráfico acima mostra que o máximo solar está previsto apenas em 2013. O gráfico mostra ainda as previsões até 2020.
Fontes: 
Reflexões de um Ateu - Fim do mundo: 21 de Dezembro 2012

Eternos Aprendizes - 2012: Não haverá tempestade solar assassina

Read more
1

CAPA: 2012 - O Ciclo Solar e a Tempestade Assassina





O Sol tem um ciclo natural de aproximadamente 11 anos. Neste ciclo, as linhas de campo magnético solar são arrastadas ao redor do Sol numa rotação diferenciada no equador solar. “Isto significa que o equador solar gira mais rapidamente que os pólos magnéticos. (…) o plasma solar arrasta as linhas de campo magnético ao redor do Sol, provocando tensão e acumulando energia (ilustrado na figura acima). Conforme aumenta a energia magnética, formam-se ondas no fluxo magnético, forçando-as mover-se até a superfície. Estas ondas são conhecidas como bolhas coronais as quais se fazem mais numerosas durante os períodos de pico solar.”
Enquanto bolhas coronais surgem na superfície, as manchas solares aparecem na base destas bolhas. A energia magnética acumula-se e há um maior fluxo magnético forçado a unir-se. “Aqui é onde tem lugar o fenômeno de re-conexão magnética, é o gatilho do acionamento de explosões solares”. Estas explosões, que acontecem na corona baixa (1 UA)* variam de “nano tempestades” a “explosões da classe-X”, os  mais energéticos.
 “Quando as linhas de campo magnético solar liberam uma enorme quantidade de energia, o plasma solar se acelera e fica confinado dentro do ambiente magnético (o plasma solar é formado de partículas superaquecidas iônicas como prótons, elétrons e alguns elementos leves como os núcleos de Hélio). Quando as partículas do plasma interagem, raios-X podem ser gerados se as condições necessárias estão adequadas, tornando-se possível o evento denominado bremsstrahlung. (O bremsstrahlung tem lugar quando as partículas carregadas interagem, dando como resultado uma emissão de raios-X). Isto pode criar uma tempestade de raios-X (ou rajadas de Raios-X).”


Tempestade assassina?
Uma tempestade solar dirigida diretamente para nós pode provocar alguns “danos nos satélites, lesões em astronautas sem proteção e apagões”. Mesmo assim a tempestade não é suficientemente potente para destruir a Terra, nem agora nem em 2012.
Daqui a 5 mil milhões de anos, quando o Sol começar  a esgotar o hidrogénio do seu núcleo e se converter numa gigante vermelha, teremos, aí sim, “um verdadeiro inferno no planeta Terra”
“Em 2006, o observatório Swift da NASA viu a maior tempestade solar jamais observada há 135 anos luz de distância. Com uma liberação de energia estimada em 50 quadrilhões (milhões de trilhões) de bombas atómicas”. Uma tempestade como a de II Pegasi acabaria com a vida na Terra.
A tempestade em II Pegasi foi violentíssima porque é uma gigante vermelha violenta com uma companheira binária numa uma órbita bastante próxima. “Acredita-se que a interação gravitacional com sua companheira binária além do fato de que II Pegasi é uma gigante vermelha são as causas desta tempestade energética descomunal.”
Contudo, o Sol é uma estrela muito estável, não possui uma binária companheira e conhecemos os seu ciclo. Além disso “não há provas de que nosso Sol tenha contribuído em nenhuma das extinções massivas no passado com uma enorme tempestade dirigida contra a Terra.”
“os físicos solares (em 2008 e 2009) estão surpreendidos pela carência inesperada da atividade solar no início do ciclo solar #24, o que tem levado alguns cientistas a especular que poderíamos estar próximos de um novo mínimo de Maunder e uma “Pequena Idade do Gelo“. Isto está em total oposição com a previsão anterior dos físicos solares da NASA feita em 2006 que estimaram que este ciclo fosse tornar-se extraordinário.”

Inversão do campo magnético
“os profetas do apocalipse também têm afirmado que incrivelmente uma grande tempestade solar nos impactará justamente quando o campo magnético da Terra se enfraquece e se inverte, deixando-nos sem proteção ante os estragos de uma CME… As razões pelas quais isto também não vai ocorrer em 2012 já mereceram seu próprio artigo: 2012: Não haverá inversão dos pólos magnéticos da Terra“.”
*1UA – Unidade Astrnonómica – 150 milhões de quilómetros




Ler mais:
2012: No Killer Solar Flare - 2012: Não Haverá Tempestade Solar Assassina

Tradução do artigo escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 21 de junho de 2008

Fontes:
Read more
0

desde (quase) o início: Fase interestelar

Fase interestelar
A temperatura aproxima-se a algumas dezenas de graus absolutos. O hidrogénio vai dar novas moléculas : água, amoníaco, metano e outros hidrocarbonetos.
Partículas formadas por electrões, protões e núcleos complexos atingem a Terra: raios cósmicos. Estes raios têm energias superiores ao necessário para quebrar as ligações nucleares. Núcleos interestelares quebram-se em núcleos mais pequenos formando novos átomos: lítio, berílio e boro, que não são formados nas estrelas por serem frágeis ao calor.

"Um pouco mais de azul", Humberto Reeves
Read more
0

desde (quase) o início: Fase estelar

Fase estelar
A gravidade actua em escalas locais. Quanto maiores as concentrações de massa maior é a gravidade nesse local e mais massa atrai para essa zona.
Graças à força da gravidade estas condensações vão transformar em calor interno uma parte da sua energia: a Temperatura sobe
Estas condensações de massa que vão aquecer e brilhar são as estrelas
A temperatura central da estrela ultrapassa os 10 milhões de graus. Os protões entram em contacto uns com os outros. Os nucleões vão juntar-se para formar, de novo o deutério. A estrela transforma hidrogénio em hélio. E quando o hidrogénio falta? A estrela volta a produzir energia e começa a contrair-se.
O coração da estrela está a cem milhões de graus. Os caroços de hélio colidem se 3 caroços de hélio se combinam formam um sistema estável: carbono. Este encontro triplo é extraordinariamente raro. O papel do acaso exige tempo.
A contracção da estrela torna-se vagarosa. A sua atmosfera incha e torna-se vermelha: nasce uma gigante vermelha. No coração desta gigante vermelha, núcleos de hélio e carbono combinam-se para formar oxigénio.
O hélio esgota-se no coração da estrela. A estrela contrai-se e a temperatura aumenta até mil milhões de graus. É o carbono, agora, que se torna no combustível. Esta combustão produz novos elementos: néon, sódio, magnésio, alumínio, silício, fósforo e enxofre ( os dois últimos em quantidades mais fracas).
A estrela gera e emite cada vez mais neutrinos. A emissão de energia acelera, a concentração nas camadas exteriores é cada vez maior.
Depois da fusão do carbono, vem a do néon, do oxigénio e depois do silício. Estas fases ocorrem entre dois a cinco mil milhões de graus.
A energia térmica ameaça ultrapassar a energia de ligação dos núcleos.
O débito de energia da estrela é elevado e para compensar esta contrai-se cada vez mais rapidamente: explosão
Nenhuma molécula se pode unir no interior de uma estrela. É no frio do espaço que se vão unir.
Um núcleo de carbono liga-se a quatro protões: catálise. A catálise permite acelerar uma reacção entre duas outras partículas: A evolução nuclear auto-acelera-se. Este efeito catalisador forma azoto, que aparece como subproduto da fusão catalisada do hidrogénio em hélio. A catálise é a primeira forma de reprodução, reprodução no sentido em que o sistema gerado é idêntico ao primeiro.
Com a explosão da estrela fica um resíduo: uma estrela de neutrões ou pulsar, com centenas de milhões de toneladas por cm3. este resíduo acende e apaga várias vezes por segundo: 1º - só uma fraca porção da sua superfície emite luz e 2º - giram rapidamente sobre elas mesmas. Outro resíduo será a anã branca gerada a partir de uma nebulosa planetária, com uma tonelada por cm3, mais tarde, esta anã branca será uma anã negra.
Os núcleos pesados gerados pela estrela são projectados no frio, onde capturam os electrões. O carbono toma 6 electrões, o oxigénio 8, o ferro 26 e o ouro 68: aparecem átomos pesados no Universo. Temos assim, o carbono, o azoto e o oxigénio, que representam, com o hidrogénio, a maioria dos átomos do nosso corpo.
À volta de um átomo de oxigénio dispõem-se 8 átomos de alumínio originando uma rede cristalina
"Um pouco mais de azul" Humberto Reeves
Read more
Mostrar mensagens com a etiqueta Estrelas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estrelas. Mostrar todas as mensagens

13/01/2010

CONTRA-CAPA: 2012 - O Ciclo Solar e a Tempestade Assassina



No blog Reflexões de um Ateu aparece este parágrafo:


“Esta profecia têm alguma base científica e a violenta atividade solar prevista pelos Maias é confirmada por astrofísicos, não obstante, negam que tal acontecimento possa significar algum tipo de fim do mundo. Segundo os cientistas, as tempestades solares intensas que, de fato, são periódicas, estão previstas para acontecer entre 2011 e 2012. Estas explosões libertam energia de até 100 bilhões de vezes a bomba atômica lançada sobre Hiroshima na II Guerra Mundial.”


O Sol aproximar-se do seu máximo solar de 11 anos. As previsões apontam para o máximo do Ciclo Solar 24 como o mais energético desde os últimos, ocorridos em 2002 e 2003.
Este cenário tem alguma base científica. Pode existir “alguma correlação entre o ciclo solar de 11 anos e os ciclos temporais vistos no calendário Maia.”.
“A possibilidade de haver uma grande tempestade solar que afecte a Terra “tem sido bastante atraente para os profetas do apocalipse.” A verdade é que a Terra está muito bem protegida contra os ventos solares, embora alguns satélites sofram com isso.
O gráfico acima mostra que o máximo solar está previsto apenas em 2013. O gráfico mostra ainda as previsões até 2020.
Fontes: 
Reflexões de um Ateu - Fim do mundo: 21 de Dezembro 2012

Eternos Aprendizes - 2012: Não haverá tempestade solar assassina

Read more...

CAPA: 2012 - O Ciclo Solar e a Tempestade Assassina





O Sol tem um ciclo natural de aproximadamente 11 anos. Neste ciclo, as linhas de campo magnético solar são arrastadas ao redor do Sol numa rotação diferenciada no equador solar. “Isto significa que o equador solar gira mais rapidamente que os pólos magnéticos. (…) o plasma solar arrasta as linhas de campo magnético ao redor do Sol, provocando tensão e acumulando energia (ilustrado na figura acima). Conforme aumenta a energia magnética, formam-se ondas no fluxo magnético, forçando-as mover-se até a superfície. Estas ondas são conhecidas como bolhas coronais as quais se fazem mais numerosas durante os períodos de pico solar.”
Enquanto bolhas coronais surgem na superfície, as manchas solares aparecem na base destas bolhas. A energia magnética acumula-se e há um maior fluxo magnético forçado a unir-se. “Aqui é onde tem lugar o fenômeno de re-conexão magnética, é o gatilho do acionamento de explosões solares”. Estas explosões, que acontecem na corona baixa (1 UA)* variam de “nano tempestades” a “explosões da classe-X”, os  mais energéticos.
 “Quando as linhas de campo magnético solar liberam uma enorme quantidade de energia, o plasma solar se acelera e fica confinado dentro do ambiente magnético (o plasma solar é formado de partículas superaquecidas iônicas como prótons, elétrons e alguns elementos leves como os núcleos de Hélio). Quando as partículas do plasma interagem, raios-X podem ser gerados se as condições necessárias estão adequadas, tornando-se possível o evento denominado bremsstrahlung. (O bremsstrahlung tem lugar quando as partículas carregadas interagem, dando como resultado uma emissão de raios-X). Isto pode criar uma tempestade de raios-X (ou rajadas de Raios-X).”


Tempestade assassina?
Uma tempestade solar dirigida diretamente para nós pode provocar alguns “danos nos satélites, lesões em astronautas sem proteção e apagões”. Mesmo assim a tempestade não é suficientemente potente para destruir a Terra, nem agora nem em 2012.
Daqui a 5 mil milhões de anos, quando o Sol começar  a esgotar o hidrogénio do seu núcleo e se converter numa gigante vermelha, teremos, aí sim, “um verdadeiro inferno no planeta Terra”
“Em 2006, o observatório Swift da NASA viu a maior tempestade solar jamais observada há 135 anos luz de distância. Com uma liberação de energia estimada em 50 quadrilhões (milhões de trilhões) de bombas atómicas”. Uma tempestade como a de II Pegasi acabaria com a vida na Terra.
A tempestade em II Pegasi foi violentíssima porque é uma gigante vermelha violenta com uma companheira binária numa uma órbita bastante próxima. “Acredita-se que a interação gravitacional com sua companheira binária além do fato de que II Pegasi é uma gigante vermelha são as causas desta tempestade energética descomunal.”
Contudo, o Sol é uma estrela muito estável, não possui uma binária companheira e conhecemos os seu ciclo. Além disso “não há provas de que nosso Sol tenha contribuído em nenhuma das extinções massivas no passado com uma enorme tempestade dirigida contra a Terra.”
“os físicos solares (em 2008 e 2009) estão surpreendidos pela carência inesperada da atividade solar no início do ciclo solar #24, o que tem levado alguns cientistas a especular que poderíamos estar próximos de um novo mínimo de Maunder e uma “Pequena Idade do Gelo“. Isto está em total oposição com a previsão anterior dos físicos solares da NASA feita em 2006 que estimaram que este ciclo fosse tornar-se extraordinário.”

Inversão do campo magnético
“os profetas do apocalipse também têm afirmado que incrivelmente uma grande tempestade solar nos impactará justamente quando o campo magnético da Terra se enfraquece e se inverte, deixando-nos sem proteção ante os estragos de uma CME… As razões pelas quais isto também não vai ocorrer em 2012 já mereceram seu próprio artigo: 2012: Não haverá inversão dos pólos magnéticos da Terra“.”
*1UA – Unidade Astrnonómica – 150 milhões de quilómetros




Ler mais:
2012: No Killer Solar Flare - 2012: Não Haverá Tempestade Solar Assassina

Tradução do artigo escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 21 de junho de 2008

Fontes:

Read more...

14/09/2006

desde (quase) o início: Fase interestelar

Fase interestelar
A temperatura aproxima-se a algumas dezenas de graus absolutos. O hidrogénio vai dar novas moléculas : água, amoníaco, metano e outros hidrocarbonetos.
Partículas formadas por electrões, protões e núcleos complexos atingem a Terra: raios cósmicos. Estes raios têm energias superiores ao necessário para quebrar as ligações nucleares. Núcleos interestelares quebram-se em núcleos mais pequenos formando novos átomos: lítio, berílio e boro, que não são formados nas estrelas por serem frágeis ao calor.

"Um pouco mais de azul", Humberto Reeves

Read more...

desde (quase) o início: Fase estelar

Fase estelar
A gravidade actua em escalas locais. Quanto maiores as concentrações de massa maior é a gravidade nesse local e mais massa atrai para essa zona.
Graças à força da gravidade estas condensações vão transformar em calor interno uma parte da sua energia: a Temperatura sobe
Estas condensações de massa que vão aquecer e brilhar são as estrelas
A temperatura central da estrela ultrapassa os 10 milhões de graus. Os protões entram em contacto uns com os outros. Os nucleões vão juntar-se para formar, de novo o deutério. A estrela transforma hidrogénio em hélio. E quando o hidrogénio falta? A estrela volta a produzir energia e começa a contrair-se.
O coração da estrela está a cem milhões de graus. Os caroços de hélio colidem se 3 caroços de hélio se combinam formam um sistema estável: carbono. Este encontro triplo é extraordinariamente raro. O papel do acaso exige tempo.
A contracção da estrela torna-se vagarosa. A sua atmosfera incha e torna-se vermelha: nasce uma gigante vermelha. No coração desta gigante vermelha, núcleos de hélio e carbono combinam-se para formar oxigénio.
O hélio esgota-se no coração da estrela. A estrela contrai-se e a temperatura aumenta até mil milhões de graus. É o carbono, agora, que se torna no combustível. Esta combustão produz novos elementos: néon, sódio, magnésio, alumínio, silício, fósforo e enxofre ( os dois últimos em quantidades mais fracas).
A estrela gera e emite cada vez mais neutrinos. A emissão de energia acelera, a concentração nas camadas exteriores é cada vez maior.
Depois da fusão do carbono, vem a do néon, do oxigénio e depois do silício. Estas fases ocorrem entre dois a cinco mil milhões de graus.
A energia térmica ameaça ultrapassar a energia de ligação dos núcleos.
O débito de energia da estrela é elevado e para compensar esta contrai-se cada vez mais rapidamente: explosão
Nenhuma molécula se pode unir no interior de uma estrela. É no frio do espaço que se vão unir.
Um núcleo de carbono liga-se a quatro protões: catálise. A catálise permite acelerar uma reacção entre duas outras partículas: A evolução nuclear auto-acelera-se. Este efeito catalisador forma azoto, que aparece como subproduto da fusão catalisada do hidrogénio em hélio. A catálise é a primeira forma de reprodução, reprodução no sentido em que o sistema gerado é idêntico ao primeiro.
Com a explosão da estrela fica um resíduo: uma estrela de neutrões ou pulsar, com centenas de milhões de toneladas por cm3. este resíduo acende e apaga várias vezes por segundo: 1º - só uma fraca porção da sua superfície emite luz e 2º - giram rapidamente sobre elas mesmas. Outro resíduo será a anã branca gerada a partir de uma nebulosa planetária, com uma tonelada por cm3, mais tarde, esta anã branca será uma anã negra.
Os núcleos pesados gerados pela estrela são projectados no frio, onde capturam os electrões. O carbono toma 6 electrões, o oxigénio 8, o ferro 26 e o ouro 68: aparecem átomos pesados no Universo. Temos assim, o carbono, o azoto e o oxigénio, que representam, com o hidrogénio, a maioria dos átomos do nosso corpo.
À volta de um átomo de oxigénio dispõem-se 8 átomos de alumínio originando uma rede cristalina
"Um pouco mais de azul" Humberto Reeves

Read more...
Related Posts Widget for Blogs by LinkWithin