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Canal C - Método Inovador Permite Chumar quem Queremos!


Nas Universidades aparecem, por vezes, métodos inovadores. Agora venho com um método inovador de passar os alunos que quero e chumbar os que não me servem para nada (ou cujos progenitores não me servirão de nada, nem me pagam nada). O método tem cerca de 5 passos e tem de ser feito com cuidado e com um workshop em teatro.



1- Apresentação de Resultados
Temos à nossa disposição vários indivíduos de 2 ou 3 cursos diferentes. Pretendemos passar à “sucapa” o maior número possível daqueles que nos pagam de alguma forma. Este método inovador permite escolher de forma que parece aleatória. Ora é assim, fazemos um teste para todos os alunos - o 1º teste. Posteriormente aterrorizamos alguns, escolhidos ao nosso gosto, com a frase “tu, tu e tu têm uma nota muuuito baixa” (mas cuidado para não mostrar notas, isto se existirem notas). As notas não poderão ser afixadas, se nem sequer existirem será melhor.

2- Dar um Doce Envenenado
Para dar um ar de preocupação e de muito boa vontade (para não haver represálias e minimizar as investigações) teremos de dar um docinho. Cá vai, “aos que tiveram má nota dou a oportunidade especial de repetir o teste”. Infelizmente terá de ser logo a seguir ao 2º teste. O que quer dizer que todos fazem o 2º teste e, logo de seguida, cansados, os que chumbaram ao primeiro terão de o fazer de seguida.

3- Separação dos Escolhidos
Para não dar nas vistas, e para chumbar os que quero sem me apontarem o dedo e sair com imagem “limpa”, o melhor a fazer é juntar os que vão chumbar numa sala diferente, mesmo para fazer o 2º teste. 
Aqui estão os dois grandes segredos: os pontos 4 e 5 são cruciais.

4- Teste Diferente
 O 2º teste dos que vão passar é diferente do 2º teste dos que quero chumbar.

5- Roubar Tempo
Mais ainda, os que vão passar têm mais 20 minutos para o fazer.

--------------------
Obviamente que os que passam também têm de fazer algum teatro... mas muito mau... Reparei que quem saiu do 2º teste (que vão passar) não se lembravam das perguntas do teste. Disseram apenas que tinha quadrados e perguntas para responder. Ora, ou esta gente é bêbeda ou drogada, ou então não sei o que se passa.
Continuo sem perceber porque é que quem fez o "2º teste que vai chumbar" entrou às 14:15 e teve de sair à força às 15:48 e quem fez o "2º teste que vai passar" entrou à mesma hora e saiu às 16:09 (e sem pressas)! O teatro dos alunos não resultou, vão chumbar no teatro e na ética. O mesmo resultado para a docente. As provas estão aí e só não vê quem não quer.
Tanto o método como os alunos favorecidos são do... Ca...tano. E os outros são ca...stigados sem merecer.
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1

Canal C - Incoerência na Correcção de Testes


Desta vez é Química-Física, uma cadeira complicada, mas não foi muito complicado desfazer a incoerência, ou aldrabice de correcções de testes.

1-

Ora reparem nesta correcção, havia duas respostas a assinalar, no entanto só uma foi assinalada. Havia penalização de 0,2 valores. Fazendo as contas, reparei que não foi retirada a penalização da nota final. Assim sendo a aluna (amiga do professor??) teve 17,67 = 18, em vez de 17,47=17. Subiu um valor. Curioso não?

2-

Ora vejam este exemplo: A resposta certa neste teste é a "e - A reacção é espontânea independentemente da temperatura". 

Por magia, num outro teste, a resposta certa passa a ser "b - a reacção não é espontânea a nenhuma temperatura". Pode haver a desculpa de ambas quererem dizer a mesma coisa, o que me faz querer enviar o autor para o algum sítio pois há uma grande falta de senso em pedir "seleccione uma resposta". Será que foi um(a) aluno(a) querido(a) que seleccionou uma errada e ele colocou certo? Poderá ser. Só resta saber o preço disso.

3- 

E esta? Neste teste há 2 respostas correctas, quando só uma é possível. É para o caso do aluno(a) se enganar?

Enfim, mais um caso investigado na Universidade Nova. Mais uma tramóia, ou calotice. Como se pode reparar há alunos sortudos (pagantes) que passam com respostas erradas, e há aqueles que têm respostas correctas e não podem passar pois não efectuaram qualquer pagamento.
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2

Canal C - O Caso da Estrutura

 
Um trabalho de Biologia... de mais de 100 páginas.

Começando com o trabalho "bom":

Apresenta uma série de pontos em cada tipo de animal estudado durante as aulas. Esses pontos são:
1 - Caracteres Diagnosticantes
2 - Anatomia/morfologia
3 - Alimentação/digestão
4 - Locomoção
5 - Sistema Circulatório
6 - Sistema Nervoso
7 - Sistema Respiratório/Excretório
8 - Reprodução/desenvolvimento
9 - Habitat
10 - Ecologia
11 - Classes
   11.1 - Sistemática
   11.2 - Caracteristicas
   11.3 - Distribuição geográfica
   11.4 - Reprodução
   11.5 - Imagem
   11.6 - Localização
   11.7 - Adaptações

O trabalho terá de referir estes pontos, esta é a estrutura do trabalho. Certo? Certo. Então vamos ver os dois trabalhos que tiveram uma GRANDE discrepância de notas: o Trabalho T e o D
Estranhamente o D (em baixo) mostra os mesmos pontos.

De seguida iremos ver os pontos de Alimentação, locomoção, Sistema circulatório, nervoso e a respiração.
O trabalho T tem isto:


O trabalho D vem assim
Falta, no D, a Locomoção e os sistemas circulatório e o nervoso. E porquê? Está incompleto? Não. Simplesmente o que o organismo não tem não se coloca.

Agora na parte das classes:
O trabalho T está assim

O D vem assim
Como se pode ver, os pontos estão nos dois trabalhos. Face às críticas, que foram referentes apenas à estrutura do trabalho, como se justifica então a diferença de 8 valores. 
Sim, 8 VALORES!!! COMO???
Como é possível avaliar dois trabalho idênticos (porque estão bem feitos) desta forma tão anti-ética e sem profissionalismo. É preciso saber o que se passa com alguns professores da Universidade Nova de Lisboa, neste caso (porque há mais) os de Biologia Animal.

Esta palhaçada tem de acabar e os casos a serem mostrados.

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6

Canal C - Vírus na Universidade



Um trabalho de virologia, um bom trabalho. Uma boa apresentação desse trabalho e, pum! Críticas duríssimas sem argumentos. Aqui vou enumerar algumas das críticas e a lógica das mesmas.





O trabalho tem sido explorado nos posts mais recentes.





1- Na parte  do trabalho que diz “primeiro registo de pandemia”, que durou entre 1580 e 1647. 




A crítica: " Uma pandemia não dura tanto tempo. E foi a primeira???"


A origem deste excerto do trabalho é a Scientific American: “A primeira pandemia influenza descrita data de 1580, desde então já 31 foram observadas.”; Daqui " O primeiro registo de pandemia data de 1580, ocorrendo em África e na Europa. Foi responsável pela morte de milhares de pessoas em 1647 à medida que alastrava das Caraíbas até Nova Inglaterra.”; Daqui, daqui e daqui: "La primera epidemia descrita que afecto a Europa, Asia y el Norte de África ocurrió en 1580, y la primera que afecto al Continente Americano ocurrió en 1647.".


A crítica faz sentido não faz? LOL






2- O excerto do capítulo Morfologia, que refere isto: " Hemaglutinina – HA – adesão às células. HA1 e HA2– clivagem por uma   tripsina-like (protease da família das serinas)”


A crítica: " HA adere porque a clivagem promove a disponibilidade do péptido de sinal."


No entanto, na bibliografia aparece isto: " HA1 e o HA2. Com a clivagem, a HA sofre uma mudança conformacional induzindo a actividade de fusão de membrana do polipéptido HA2". O importante estava referido: a clivagem que promove a aproximação do vírus à célula. O outro grupo mencionou apenas a aproximação (sem mencionar o HA1 e o HA2) e não houve qualquer crítica. O grande problema é este: Incoerência nas avaliações.






3- No mesmo ponto


 A crítica: " A clivagem não é pela tripsina mas por uma serínea"


Na bibliografia, aqui: “HA2 torna-se exposta em pH ácido e forma a glicoproteína da fusão. As mudanças conformacionais na HA em pH baixo resultam na exposição de alguns sítios e no seqüestramento de outros. Por exemplo, os sítios de clivagem por tripsina do peptídeo da fusão”  Hmm??? Li bem? Tripsina?? Afinal quem é que não estudou?






4- No mesmo ponto


Crítica: " Tripsina-like não se escreve"


Bem, nos slides vi inúmeros estrangeirismos: DNA, RNA, ORF, Drift, Shift, Feedback. Não convém ter "like" porque apetece implicar. É incrível a falta de ética...





5- No ponto referente ao ciclo replicativo: "Montagem e Extrusão dos viriões"


Crítica: " Extrusão não existe"


Bem, não sou pró em português mas inventar uma palavra é estranho, não? Encontrei quem a inventou. Aqui  alguém inventou a palavra... aqui, no dicionário também! Incrível! Mais incrível ainda, o próprio director desses professores tem um capítulo no seu livro chamado " Montagem e Extrusão. Fantástico.





6- No ponto das variações: Drift Antigénico e Shift Antigénico.


Crítica: " Tem de ser em português, deriva e salto"


Já expliquei este tema nos posts anteriores.  Voltamos ao mesmo, estrangeirismos? Quem emprega dezenas de estrangeirismos por aula e que não sabe o significado de uma palavra intuitiva não tem competência nem moral para  fazer uma crítica destas.


Mesmo assim, cá vai a bibliografia aqui e aqui, sim é a Roche. A Roche está errada, será?? Claro que não!


 
Aqui nesta imagem podemos ver que o "não faças o que digo nem o que faço" passa a fazer sentido. Bela coerência… Este é um slide das aulas. Parece-me ler “Drift” e “Shift”. Ups!



7- No excerto referente à prevenção e ao tratamento: Interferem função do domínio transmembranar da proteína viral M2.(fluxo proteico). Assim não há descapsidação“  
Crítica: "Está errado, inibe a actividade enzimática da NA"


Na bibliografia pode-se ler aqui:   " actua por inibição dos vírus,  através do bloqueio da actividade do canal iónico M2” “inibidor da neuraminidase"


E isto não é mais do que a inibição da actividade enzimática. Talvez seja melhor referir que isto está errado porque a explicação tem de ser a nível atómico, ou melhor, a nível sub-atómico?  A ordem dos farmacêuticos vai chumbar a virologia! Assim como muuuuitas outras instituições…






Em cima está o Excerto do trabalho original e em baixo O mesmo excerto no trabalho corrigido. Ora PORRA! Eu estava certo, não foi corrigido porque estava certo! Isto é muito estranho…





8- No capítulo da actualidade tem referência a “Gripe A”.


Crítica: “Não se pode escrever Gripe A”


Em cima está o excerto original e em baixo o corrigido. Cum Carago! Estava certo!  Em cima "Gripe A"; em baixo "Gripe A". Perceberam? "Gripe A" está errado, então vamos corrigir e... txaram!!! -> "Gripe A" é o corrigido. Uma pergunta: Porquê dizer mal quando está certo? Esta gente é normal? Só mesmo no IHMT. Querem os nomes dos responsáveis?


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12/05/2010

Canal C - Método Inovador Permite Chumar quem Queremos!


Nas Universidades aparecem, por vezes, métodos inovadores. Agora venho com um método inovador de passar os alunos que quero e chumbar os que não me servem para nada (ou cujos progenitores não me servirão de nada, nem me pagam nada). O método tem cerca de 5 passos e tem de ser feito com cuidado e com um workshop em teatro.



1- Apresentação de Resultados
Temos à nossa disposição vários indivíduos de 2 ou 3 cursos diferentes. Pretendemos passar à “sucapa” o maior número possível daqueles que nos pagam de alguma forma. Este método inovador permite escolher de forma que parece aleatória. Ora é assim, fazemos um teste para todos os alunos - o 1º teste. Posteriormente aterrorizamos alguns, escolhidos ao nosso gosto, com a frase “tu, tu e tu têm uma nota muuuito baixa” (mas cuidado para não mostrar notas, isto se existirem notas). As notas não poderão ser afixadas, se nem sequer existirem será melhor.

2- Dar um Doce Envenenado
Para dar um ar de preocupação e de muito boa vontade (para não haver represálias e minimizar as investigações) teremos de dar um docinho. Cá vai, “aos que tiveram má nota dou a oportunidade especial de repetir o teste”. Infelizmente terá de ser logo a seguir ao 2º teste. O que quer dizer que todos fazem o 2º teste e, logo de seguida, cansados, os que chumbaram ao primeiro terão de o fazer de seguida.

3- Separação dos Escolhidos
Para não dar nas vistas, e para chumbar os que quero sem me apontarem o dedo e sair com imagem “limpa”, o melhor a fazer é juntar os que vão chumbar numa sala diferente, mesmo para fazer o 2º teste. 
Aqui estão os dois grandes segredos: os pontos 4 e 5 são cruciais.

4- Teste Diferente
 O 2º teste dos que vão passar é diferente do 2º teste dos que quero chumbar.

5- Roubar Tempo
Mais ainda, os que vão passar têm mais 20 minutos para o fazer.

--------------------
Obviamente que os que passam também têm de fazer algum teatro... mas muito mau... Reparei que quem saiu do 2º teste (que vão passar) não se lembravam das perguntas do teste. Disseram apenas que tinha quadrados e perguntas para responder. Ora, ou esta gente é bêbeda ou drogada, ou então não sei o que se passa.
Continuo sem perceber porque é que quem fez o "2º teste que vai chumbar" entrou às 14:15 e teve de sair à força às 15:48 e quem fez o "2º teste que vai passar" entrou à mesma hora e saiu às 16:09 (e sem pressas)! O teatro dos alunos não resultou, vão chumbar no teatro e na ética. O mesmo resultado para a docente. As provas estão aí e só não vê quem não quer.
Tanto o método como os alunos favorecidos são do... Ca...tano. E os outros são ca...stigados sem merecer.

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19/04/2010

Canal C - Incoerência na Correcção de Testes


Desta vez é Química-Física, uma cadeira complicada, mas não foi muito complicado desfazer a incoerência, ou aldrabice de correcções de testes.

1-

Ora reparem nesta correcção, havia duas respostas a assinalar, no entanto só uma foi assinalada. Havia penalização de 0,2 valores. Fazendo as contas, reparei que não foi retirada a penalização da nota final. Assim sendo a aluna (amiga do professor??) teve 17,67 = 18, em vez de 17,47=17. Subiu um valor. Curioso não?

2-

Ora vejam este exemplo: A resposta certa neste teste é a "e - A reacção é espontânea independentemente da temperatura". 

Por magia, num outro teste, a resposta certa passa a ser "b - a reacção não é espontânea a nenhuma temperatura". Pode haver a desculpa de ambas quererem dizer a mesma coisa, o que me faz querer enviar o autor para o algum sítio pois há uma grande falta de senso em pedir "seleccione uma resposta". Será que foi um(a) aluno(a) querido(a) que seleccionou uma errada e ele colocou certo? Poderá ser. Só resta saber o preço disso.

3- 

E esta? Neste teste há 2 respostas correctas, quando só uma é possível. É para o caso do aluno(a) se enganar?

Enfim, mais um caso investigado na Universidade Nova. Mais uma tramóia, ou calotice. Como se pode reparar há alunos sortudos (pagantes) que passam com respostas erradas, e há aqueles que têm respostas correctas e não podem passar pois não efectuaram qualquer pagamento.

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Canal C - O Caso da Estrutura

 
Um trabalho de Biologia... de mais de 100 páginas.

Começando com o trabalho "bom":

Apresenta uma série de pontos em cada tipo de animal estudado durante as aulas. Esses pontos são:
1 - Caracteres Diagnosticantes
2 - Anatomia/morfologia
3 - Alimentação/digestão
4 - Locomoção
5 - Sistema Circulatório
6 - Sistema Nervoso
7 - Sistema Respiratório/Excretório
8 - Reprodução/desenvolvimento
9 - Habitat
10 - Ecologia
11 - Classes
   11.1 - Sistemática
   11.2 - Caracteristicas
   11.3 - Distribuição geográfica
   11.4 - Reprodução
   11.5 - Imagem
   11.6 - Localização
   11.7 - Adaptações

O trabalho terá de referir estes pontos, esta é a estrutura do trabalho. Certo? Certo. Então vamos ver os dois trabalhos que tiveram uma GRANDE discrepância de notas: o Trabalho T e o D
Estranhamente o D (em baixo) mostra os mesmos pontos.

De seguida iremos ver os pontos de Alimentação, locomoção, Sistema circulatório, nervoso e a respiração.
O trabalho T tem isto:


O trabalho D vem assim
Falta, no D, a Locomoção e os sistemas circulatório e o nervoso. E porquê? Está incompleto? Não. Simplesmente o que o organismo não tem não se coloca.

Agora na parte das classes:
O trabalho T está assim

O D vem assim
Como se pode ver, os pontos estão nos dois trabalhos. Face às críticas, que foram referentes apenas à estrutura do trabalho, como se justifica então a diferença de 8 valores. 
Sim, 8 VALORES!!! COMO???
Como é possível avaliar dois trabalho idênticos (porque estão bem feitos) desta forma tão anti-ética e sem profissionalismo. É preciso saber o que se passa com alguns professores da Universidade Nova de Lisboa, neste caso (porque há mais) os de Biologia Animal.

Esta palhaçada tem de acabar e os casos a serem mostrados.

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11/02/2010

Canal C - Vírus na Universidade



Um trabalho de virologia, um bom trabalho. Uma boa apresentação desse trabalho e, pum! Críticas duríssimas sem argumentos. Aqui vou enumerar algumas das críticas e a lógica das mesmas.





O trabalho tem sido explorado nos posts mais recentes.





1- Na parte  do trabalho que diz “primeiro registo de pandemia”, que durou entre 1580 e 1647. 




A crítica: " Uma pandemia não dura tanto tempo. E foi a primeira???"


A origem deste excerto do trabalho é a Scientific American: “A primeira pandemia influenza descrita data de 1580, desde então já 31 foram observadas.”; Daqui " O primeiro registo de pandemia data de 1580, ocorrendo em África e na Europa. Foi responsável pela morte de milhares de pessoas em 1647 à medida que alastrava das Caraíbas até Nova Inglaterra.”; Daqui, daqui e daqui: "La primera epidemia descrita que afecto a Europa, Asia y el Norte de África ocurrió en 1580, y la primera que afecto al Continente Americano ocurrió en 1647.".


A crítica faz sentido não faz? LOL






2- O excerto do capítulo Morfologia, que refere isto: " Hemaglutinina – HA – adesão às células. HA1 e HA2– clivagem por uma   tripsina-like (protease da família das serinas)”


A crítica: " HA adere porque a clivagem promove a disponibilidade do péptido de sinal."


No entanto, na bibliografia aparece isto: " HA1 e o HA2. Com a clivagem, a HA sofre uma mudança conformacional induzindo a actividade de fusão de membrana do polipéptido HA2". O importante estava referido: a clivagem que promove a aproximação do vírus à célula. O outro grupo mencionou apenas a aproximação (sem mencionar o HA1 e o HA2) e não houve qualquer crítica. O grande problema é este: Incoerência nas avaliações.






3- No mesmo ponto


 A crítica: " A clivagem não é pela tripsina mas por uma serínea"


Na bibliografia, aqui: “HA2 torna-se exposta em pH ácido e forma a glicoproteína da fusão. As mudanças conformacionais na HA em pH baixo resultam na exposição de alguns sítios e no seqüestramento de outros. Por exemplo, os sítios de clivagem por tripsina do peptídeo da fusão”  Hmm??? Li bem? Tripsina?? Afinal quem é que não estudou?






4- No mesmo ponto


Crítica: " Tripsina-like não se escreve"


Bem, nos slides vi inúmeros estrangeirismos: DNA, RNA, ORF, Drift, Shift, Feedback. Não convém ter "like" porque apetece implicar. É incrível a falta de ética...





5- No ponto referente ao ciclo replicativo: "Montagem e Extrusão dos viriões"


Crítica: " Extrusão não existe"


Bem, não sou pró em português mas inventar uma palavra é estranho, não? Encontrei quem a inventou. Aqui  alguém inventou a palavra... aqui, no dicionário também! Incrível! Mais incrível ainda, o próprio director desses professores tem um capítulo no seu livro chamado " Montagem e Extrusão. Fantástico.





6- No ponto das variações: Drift Antigénico e Shift Antigénico.


Crítica: " Tem de ser em português, deriva e salto"


Já expliquei este tema nos posts anteriores.  Voltamos ao mesmo, estrangeirismos? Quem emprega dezenas de estrangeirismos por aula e que não sabe o significado de uma palavra intuitiva não tem competência nem moral para  fazer uma crítica destas.


Mesmo assim, cá vai a bibliografia aqui e aqui, sim é a Roche. A Roche está errada, será?? Claro que não!


 
Aqui nesta imagem podemos ver que o "não faças o que digo nem o que faço" passa a fazer sentido. Bela coerência… Este é um slide das aulas. Parece-me ler “Drift” e “Shift”. Ups!



7- No excerto referente à prevenção e ao tratamento: Interferem função do domínio transmembranar da proteína viral M2.(fluxo proteico). Assim não há descapsidação“  
Crítica: "Está errado, inibe a actividade enzimática da NA"


Na bibliografia pode-se ler aqui:   " actua por inibição dos vírus,  através do bloqueio da actividade do canal iónico M2” “inibidor da neuraminidase"


E isto não é mais do que a inibição da actividade enzimática. Talvez seja melhor referir que isto está errado porque a explicação tem de ser a nível atómico, ou melhor, a nível sub-atómico?  A ordem dos farmacêuticos vai chumbar a virologia! Assim como muuuuitas outras instituições…






Em cima está o Excerto do trabalho original e em baixo O mesmo excerto no trabalho corrigido. Ora PORRA! Eu estava certo, não foi corrigido porque estava certo! Isto é muito estranho…





8- No capítulo da actualidade tem referência a “Gripe A”.


Crítica: “Não se pode escrever Gripe A”


Em cima está o excerto original e em baixo o corrigido. Cum Carago! Estava certo!  Em cima "Gripe A"; em baixo "Gripe A". Perceberam? "Gripe A" está errado, então vamos corrigir e... txaram!!! -> "Gripe A" é o corrigido. Uma pergunta: Porquê dizer mal quando está certo? Esta gente é normal? Só mesmo no IHMT. Querem os nomes dos responsáveis?


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