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Doping PARTE II

A resistência é afectada pela quantidade de oxigénio que chega aos músculos. A eritropoietina é uma proteína natural que incentiva o desenvolvimento de glóbulos vermelhos, que são transportadores de oxigénio. A sua forma sintética é uma droga chamada Epoietin ou EPO, foi desenvolvida para o tratamento de anemia mas também é usada por atletas. O seu uso por ciclistas na Volta à França de 1998 foi assombrada por um escândalo. Uma equipa inteira foi eliminada quando se descobriu o uso de EPO, mas o abuso desportivo desta droga continua.

Já se tentou a transferência genética para aumentar a produção de eritropoietina em macacos, os resultados ilustram o perigo. O número de glóbulos vermelhos dos macacos duplicou no espaço de dez semanas, produzindo um sangue tão espesso que tinha de ser periodicamente diluído para evitar a falência do coração.

A manipulação do DNA para melhor performance tornar-se-á aceitável?

Se a terapia genética for usada para melhorar a qualidade de vida, a postura ética da sociedade em relação à manipulação dos nossos genes provavelmente será bem diferente da actual. Terapias que regeneram os músculos podem ser úteis para ajudar atletas a recuperar de lesões.

O jornal New England Journal of Medicine divulgou a primeira descrição documentada de um ser humano portador de uma mutação genética que elimina a produção de miostasina.

Seria um benefício injusto haver vantagens naturais deste tipo em atletas? O caso justificaria o uso de drogas inibidoras da miostasina ou de terapia genética por parte de outros atletas só para nivelar a competição?

O esquiador de cross-country finlendês Eero Mäntyranta ganhou duas medalhas de ouro na Olimpíadas de Inverno de 1964. A descoberta da mutação em toda a sua família foi feita décadas mais tarde. A mutação provoca uma resposta exagerada à eritropoietina.

Em 2003 cientistas australianos examinaram um gene, o ACTN3, num grupo de velocistas. Quase 20% não possuem a versão funcional deste gene, que origina uma proteína específica para as fibras musculares rápidas. Os velocistas continham uma frequência alta da presença de ACTN3 funcional.

Até agora, mais de 90 genes já foram associados ao desempenho atlético.

Um receio está a tomar forma entre os críticos. A conformação genética poderá fazer com que crianças sejam recrutadas para certos desportos ou impedidas de atingir níveis de elite no caso de não possuírem a conformação desejada.

Criaremos superatletas?

In SCIAM (Agosto 2004)
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Milagre à Força!

Estão-se a passar. O homem tem que ser rapidamente dado como santo e, então, há que fabricar uns milagres quanto antes!
Está a fazer furor em determinados meios católicos que, aparentemente, incluem a TV do Vaticano, a foto de uma fogueira que, nas mentes permeáveis e facilmente sugestionáveis de alguns católicos, dizem tratar-se da imagem de João Paulo II!


Porque é que o anterior Papa haveria de aparecer numa fogueira e não numa sandes de torresmos é um assunto sobre o qual não me quero debruçar. Mas, pergunto-me, o que terá visto um observador da mesma fogueira desviado 45º para a esquerda?
Por outro lado, não seria esta uma mensagem de deus a sugerir um maior apoio à Palestina? Cada um vê o que lhe parece mais conveniente… mas, não passa de ilusão. In http://www.heldersanches.com/
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Doping PARTE I


A terapia genética para restaurar músculos afectados pela idade ou por doenças está a um passo de poder ser usada por médicos, mas os atletas do elite já pensam em utilizá-los para realçar o seu desempenho, transformando para sempre a natureza do desporto.

Este tipo de geneterapia pode transformar a vida de idosos e de pessoas que sofram de distrofia muscular. O problema está nos atletas adeptos do doping, não é possível distinguir as substâncias produzidas por esse gene dos seus correspondentes naturais.
As células-satélite respondem ao factor de crescimento I semelhante à insulina (IGF-I), aumentando o número de divisões celulares. A miostasina, outro factor de regulação, inibe a sua proliferação.

A equipa de H. Lee Sweeney da Universidade da Pansilvânia analisou a possibilidade de usar o IGF-I para alterar a função muscular escolhendo como vector do implante do gene no tecido o vírus adenoassociado (AAV), visto que infecta o músculo humano sem causar nenhuma doença conhecida.

Depois de injectar a combinação de AAV-AGF-I em camudongos jovens, o tamanho geral dos músculos e o ritmo em que eles cresciam eram entre 15% e 30% maiores que o normal.

Terapias que bloqueiam a miostasina têm grande apelo para as pessoas saudáveis que queiram obter um aumento muscular rápido. Estas drogas sistémicas não são capazes de atingir músculos predeterminados, tal com uma transferência genética, mas têm a vantagem de ser administradas mais facilmente no caso de haver algum problema. Por outro lado, seria fácil para as agências reguladoras detectar essas drogas com um exame de sangue.
E se os atletas resolverem utilizar uma terapia genética semelhante à AAV-IGF-I? O produto do gene só seria encontrado no músculo e não no sangue ou na urina e seria idêntico ao seu correspondente natural. Só uma biópsia poderia provar a presença de determinado gene sintético ou de um vector. No caso do AAV, muitas pessoas podem já estar naturalmente infectadas por esse vírus. Sendo assim, o exame seria inconclusivo. Como a maioria dos atletas não se sujeitaria a esse tipo de biópsia invasiva antes de uma competição, o doping genético permaneceria virtualmente invisível.Em corridas de curta distância, pode ser desejável manipular genes para transformar fibras musculares no tipo rápido. Para um maratonista, o ideal seria aumentar a sua resistência.
Fonte: SCIAM, Agosto 2004 (www.sciam.com.br)
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Diabo a Sete e Rebimbo'Malho



Apresentação do primeiro álbum dos Diabo a Sete no TAGV, em Coimbra.


Grande concerto!




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Adão e Eva




Se Adão e Eva existiram:

1 - Houve evolução

2 - Eva era às manchinhas pretas, amarelas, vermelhas, brancas...

De certo teve de haver uma evolução, caso contrário como explicar as "raças"?
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Geometria do Universo


Se a densidade de matéria/energia no começo tivesse sido exactamente igual à densidade crítica, então ficaria igual à densidade crítica durante a expansão do espaço. Mas se a densidade de matéria/energia tivesse sido um mínimo maior ou menor que a densidade crítica, a expansão tê-la-ia levado a valores muito afastados da densidade crítica.

A densidade matéria/energia do universo não é milhares de vezes inferior ou superior à densidade crítica: o espaço não é substancialmente curvo, positiva ou negativamente. O que quer dizer que o universo, no início, estava num equilíbrio muito precário numa aresta extremamente fina.

O problema da planura não mostra que o modelo convencional do big bang esteja errado. Um crente fervoroso reage ao problema da planura com um encolher de ombros e a resposta rápida, “era assim que as coisas eram nessa altura”, assumindo a densidade de matéria/energia incrivelmente precisa do universo inicial como um dado adquirido por explicar.

A evolução da cosmologia inflacionária prevê que a parte que podemos ver do universo deva ser praticamente plana. Prevê que a densidade de matéria/energia que observamos deva ser quase 100 por cento da densidade crítica.

Deveríamos observar um universo plano com a densidade de matéria/energia crítica? A resposta, há uns anos, era “não”. Pesquisas na quantidade de matéria/energia apontavam para 5 por cento da densidade crítica. O erro cometido nesta resposta foi que, na altura, só tiveram em conta a matéria e energia que emitem luz.

As análises mostravam que muitas das galáxias mais velozes deveriam ser sacudidas do aglomerado. Mas nenhuma delas o era. Poderia haver matéria adicional no aglomerado, que não emitia luz mas fornecia a atracção gravitacional adicional necessária para o manter intacto.

A nova resposta foi que a matéria escura perfaz cerca de 25 por cento da densidade crítica. Juntamente com os 5 por cento da matéria visível, a matéria escura leva a conta a 30 por cento da quantidade prevista pela cosmologia inflacionária.

Como justificar os 70 por cento em falta?

Os físicos procuram segundas opiniões quando se lhes deparam dados ou teorias que apontam para resultados intrigantes. Destas segundas opiniões, as mais convincentes são as que alcançam a mesma conclusão seguindo um ponto de vista que difere imenso da análise original. Quando as setas da explicação convergem para um único ponto de ângulos diferentes, há uma boa possibilidade de que estejam a apontar para a mouche do alvo científico.

Até cerce de 7 mil milhões de anos APB dominava a atracção gravitacional. Por esta altura, à medida que a matéria se espalhava, a atracção gravitacional diminuía, o empurrão da constante cosmológica passava gradualmente a dominar.

Uma constante cosmológica que contribui 70 por cento da densidade crítica, juntamente com os 30 por cento da matéria comum e energia escura, levaria a massa/energia aos 100 por cento previstos pela cosmologia inflacionária. O empurrão repulsivo mostrado pelos dados de supernovas pode ser explicado como sendo a quantidade de energia escura necessária para entrar em conta com os 70 por cento do universo ainda não vistos.

No início, a energia do universo era carregada pelo campo do inflatão, que estava em repouso longe do seu estado de energia mínima. Devido à sua pressão negativa, o campo do inflatão provocou uma enorme explosão de expansão inflacionária. 10-35 segundos mais tarde, enquanto o inflatão deslizava para uma energia potencial mais baixa, a explosão de expansão terminou e o inflatão libertou a sua energia acumulada, usada para a produção de matéria e radiação comuns. Durante milhares de milhões de anos estes constituintes exerceram atracção gravitacional normal que retardou a expansão espacial. À medida que o universo crescia e se tornava mais difuso, a atracção gravitacional diminuía. Há cerca de 7 mil milhões de anos, a atracção gravitacional normal tornou-se suficientemente fraca para que a repulsão gravitacional da constante cosmológica do universo se tornasse dominante, e desde então a taxa de expansão espacial tem vindo a aumentar continuamente.

Daqui a uns 100 mil milhões de anos o universo será um sítio vasto, vazio e solitário.

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NASA encontra anel de matéria escura


Astrónomos da NASA identificaram um gigantesco anel de matéria escura num aglomerado de galáxias, a cinco mil milhões de anos-luz da Terra, com a ajuda do telescópio espacial Hubble.

O anel, com um diâmetro estimado em 2,6 milhões de anos-luz, foi descoberto no aglomerado de galáxias ZwCl0024+1652 e é a maior prova que confirma a existência de matéria escura.

Os astrónomos desconhecem ainda quais os componentes que constituem esta matéria invisível, que não emite luz, não brilha e compõe 80 por cento da massa do Universo.

O estudo, publicado pela revista científica "Astrophysical Journal", refere que a formação do anel no aglomerado resultou de uma possível colisão entre duas galáxias.

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Simetria

Se aquecermos um pedaço de gelo até aos 0ºC e continuarmos a aquecer, o gelo começa a tornar-se água líquida. Quando chegamos aos 100ºC dá-se outra mudança: a água líquida transforma-se em vapor de um gás quente. Os três estados partilham da mesma composição molecular.

A simetria desempenha um papel central nas transições de fase. À escala molecular o gelo tem uma estrutura cristalina com moléculas de H2O dispostas numa rede hexagonal ordenada. Ao aquecermos, o arranjo cristalino derrete e forma um agrupamento de moléculas desordenado e uniforme – água líquida – e vemo-la igual para qualquer ângulo de rotação. Aumentámos a simetria.

A transição de fase líquida para vapor também resulta de um aumento de simetria. Numa molécula de água, em média, as moléculas individuais estão agrupadas com o lado do hidrogénio de uma molécula próximo do lado do oxigénio da sua vizinha. Se rodássemos uma dada molécula nesse grupo, isso perturbaria o padrão molecular. Quando a água ferve e se torna vapor as moléculas flutuam livremente; já não existe um padrão para as orientações das moléculas, o gás fica sempre a parecer o mesmo. Há um aumento de simetria ao passar da fase sólida para líquida e da fase líquida para gasosa.

Há razões para acreditar que, quando o universo passou por certas temperaturas críticas – análogas às das transições de fase da água -, sofreu uma mudança radical e uma redução drástica de simetria.

A “substância” que condensou, ou congelou, quando o universo arrefeceu e atravessou temperaturas específicas é um campo, o campo de Higgs.

Os fotões são os constituintes elementares dos campos electromagnéticos. Os gravitões são as partículas que constituem o campo gravitacional. Os gluões são as partículas constituintes da força nuclear forte, as partículas W e Z (força nuclear fraca e forte formam os campo de Yang-Mills) são as constituintes da força nuclear fraca e o electrão é a partícula constituinte do campo do electrão.

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BANG!

À medida que o tempo recua, o espaço encolhe, as galáxias aproximam-se mas o tamanho global permanece o mesmo, porque? Se o espaço é infinito e reduzirmos todas as distâncias o tamanho a metade continua a ser infinito.

A partir de uma erupção o espaço e o tempo emergiram. Contudo, se o universo é espacialmente infinito, havia já uma extensão espacial infinita no momento do big bang. Estas condições existiam por toda a parte e não num único ponto. A erupção do big bang ocorreu por toda a parte nesta extensão infinita. Após a explosão o espaço expandiu, mas o seu tamanho global não aumentou, uma vez que algo que já é infinito não pode ficar ainda maior. O que aumentou foram as separações entre objectos.

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Stellarium



Stellarium is a free open source planetarium for your computer. It shows a realistic sky in 3D, just like what you see with the naked eye, binoculars or a telescope.
It is being used in planetarium projectors. Just set your coordinates and go.





Visita e faz o download
: http://www.stellarium.org/




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Large Hadron Colider


Não sei se aquela palavra no título do post vos diz alguma coisa , se estiverem ligados à Ciência é quase impossível não ter ouvido falar nele , se a Ciência não vos dizer nada e se gostarem de ler , e porventura leram o livro Anjos e Demónios Este centro de investigação é dos maiores do mundo , se não for o maior ,centrando o seu âmbito na Física das Particulas . Só para terem uma ideia o novo acelarador(já explico o que é) que esta no CERN , que se designa por LHC ( Large Hadron Colider) representa a maior colaboração científica da História : mais de 4000 investigadores de 40 países .


Um acelerador de partículas muito sucintamente , é um acelerador como o próprio nome indica de "coisas muito pequenas " sendo agrupadas no que podemos chamar partícula, contudo estas partículas têm tamanhos muito reduzidos não sendo possível ao olhos humano poder ver a beleza do universo atómico , na verdade nem no mais potente microscópio electrónico, só consegue ver o "rasto destas partículas porque estas, sendo aceleradas por um campo magnético fortíssima faz com que aconteça colisões muito energéticas .

O LHC está enterrado 80 metros à superfície , na zona de fronteira entre a França e a Suiça , e para guiar os protões ( partículas positivas) na viagem pelo acelerador são necessários campos magnéticos muito elevados , que são obtidos por imanes supercondutores arrefecidos a temperaturas da ordem dos 270 graus negativos , ou seja , próximo do zero absoluto .

Os objectivos do LHC , destaca-se descobrir uma partícula muito esquiva designada por Bosão de Higgs , que se supõe ser “ a mãe de todas as partículas “ . Pois ela é que confere a massa a todas as outras partículas . O modelo padrão da Física ( já falei sobre ele num post anterior) assenta nessa existência dessa partícula , e também teorias inovadores que têm um dos pressupostos é a existência dessa partícula . Outro objecto é provar a existência de partículas superpesadas , para provar a teoria da Supersimeria que pretende unificar as quatro forças da Natureza.

Quanto ao detector , o ATLAS , as dimensões deste são monstruosas 46 metros de comprimento por 25 de altura e tem uma massa de 7000 toneladas . Para terem ideia da precisão deste detector consegue medir o efeito das marés lunares nos feixes das partículas , que representa um mm em 27 km , parece insignificante , mas é detectável.

Estes “colossos” custam 2000 milhões de euros para LHC e 325 milhões para o ATLAS.


Para terem uma ideia do tamanho do acelerador e da localização .( Vai entrar em funcionamento em 2007)

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Cientistas finalizam 1ª fase de construção do LHC

Os técnicos da Organização Européia de Pesquisa Nuclear (CERN) colocaram hoje o último grande ímã supercondutor de 34 toneladas que completa o anel subterrâneo de 27 km construído entre a França e a Suíça.

Após dois anos de intensos trabalhos, um guindaste gigante baixou o ímã, de 15 metros de comprimento. Ele foi instalado cerca de 50 metros abaixo da terra, num ato público com a presença de centenas de técnicos, cientistas, jornalistas e convidados.

Para a construção do grande anel, que fica a uma profundidade de 50 a 100 metros entre França e Suíça, com precisão de décimos de milímetro, foram usadas milhares de toneladas de material, segundo os dirigentes do CERN.

O objetivo é que, a partir de novembro, seja possível acelerar prótons ou íons de chumbo a velocidades próximas à luz, para depois provocar sua colisão. Os cientistas recriarão assim condições como as do "Big Bang", que deu origem ao Universo.

Além disso, entre centenas de projetos, os cientistas querem demonstrar a existência do ainda hipotético bosón de Higgs, conhecido como a "partícula de Deus". Ele permitiria completar o modelo standard da física de partículas.

Um erro de cálculo provocou o rompimento, há um mês, do suporte de um dos ímãs. Ao cair, com uma grande explosão, ele encheu o túnel de hélio e pó. Foi preciso retirar todo o pessoal e revisar todos os ímãs da mesma série. Mesmo assim, o maior centro de pesquisa nuclear do mundo não alterou as suas previsões de entrada em funcionamento do acelerador.

Cada protón dará 11.245 voltas por segundo no anel, girando durante 10 horas. A distância percorrida será equivalente a uma viagem de ida e volta a Netuno.

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Evolucionismo vs Criacionismo

Este video põe frente a frente duas correntes de como surgiu a vida , o Evoluccionismo e o Criacionismo



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Teoria dos Elos Perdidos

Elos perdidos existem sempre e sempre existirão, neste ou noutro qualquer contexto. Entre dois pontos diferentes podemos definir um número infinito de pontos intermédios. Ao ser descoberto um fóssil a que chamaremos 1, que evolui para outro também descoberto denominado 2, virão os criacionistas com a teoria do elo perdido, pois não existe um fóssil 1,5. Caso um dia seja descoberto um fóssil denominado 1,5 virão novamente os criacionistas ainda com mais argumentos, pois desta vez conseguem ver 2 elos perdidos, o 1,25 e o 1,75. A situação pode prolongar-se ad nauseam.

Aplicando este raciocínio ao quotidiano de devotos religiosos cristãos poderemos indagar se estes alguma vez poderão sair de casa para ir até uma paróquia, visto que entre o ponto de partida e o de chegada existem infinitos pontos intermédios de passagem.

Podemos também encaixar este raciocínio em qualquer filme, e assim concluir que eles representam nada e coisa nenhuma. Como um filme é apenas uma sequência de imagens, poderemos pegar num segundo de um filme com 27 frames por segundo a título de exemplo, e atribuir-lhe os dotes do inifinto ad nauseam. Se entre o frame 1 e o frame 2 não existe um frame 1,5, então existe um elo perdido no filme. Se aplicarmos a teoria do meio frame a um filme de 90 minutos a 27 frames por segundo extraímos cerca de 145800 elos perdidos.

Elos perdidos ad nauseam não faltam. Tal não acontece com a racionalidade.

http://www.ateismo.net/diario
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Indignação

(Clique para aumentar a imagem e a indignação)
Fonte: Público, hoje.
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31/10/2007

Doping PARTE II

A resistência é afectada pela quantidade de oxigénio que chega aos músculos. A eritropoietina é uma proteína natural que incentiva o desenvolvimento de glóbulos vermelhos, que são transportadores de oxigénio. A sua forma sintética é uma droga chamada Epoietin ou EPO, foi desenvolvida para o tratamento de anemia mas também é usada por atletas. O seu uso por ciclistas na Volta à França de 1998 foi assombrada por um escândalo. Uma equipa inteira foi eliminada quando se descobriu o uso de EPO, mas o abuso desportivo desta droga continua.

Já se tentou a transferência genética para aumentar a produção de eritropoietina em macacos, os resultados ilustram o perigo. O número de glóbulos vermelhos dos macacos duplicou no espaço de dez semanas, produzindo um sangue tão espesso que tinha de ser periodicamente diluído para evitar a falência do coração.

A manipulação do DNA para melhor performance tornar-se-á aceitável?

Se a terapia genética for usada para melhorar a qualidade de vida, a postura ética da sociedade em relação à manipulação dos nossos genes provavelmente será bem diferente da actual. Terapias que regeneram os músculos podem ser úteis para ajudar atletas a recuperar de lesões.

O jornal New England Journal of Medicine divulgou a primeira descrição documentada de um ser humano portador de uma mutação genética que elimina a produção de miostasina.

Seria um benefício injusto haver vantagens naturais deste tipo em atletas? O caso justificaria o uso de drogas inibidoras da miostasina ou de terapia genética por parte de outros atletas só para nivelar a competição?

O esquiador de cross-country finlendês Eero Mäntyranta ganhou duas medalhas de ouro na Olimpíadas de Inverno de 1964. A descoberta da mutação em toda a sua família foi feita décadas mais tarde. A mutação provoca uma resposta exagerada à eritropoietina.

Em 2003 cientistas australianos examinaram um gene, o ACTN3, num grupo de velocistas. Quase 20% não possuem a versão funcional deste gene, que origina uma proteína específica para as fibras musculares rápidas. Os velocistas continham uma frequência alta da presença de ACTN3 funcional.

Até agora, mais de 90 genes já foram associados ao desempenho atlético.

Um receio está a tomar forma entre os críticos. A conformação genética poderá fazer com que crianças sejam recrutadas para certos desportos ou impedidas de atingir níveis de elite no caso de não possuírem a conformação desejada.

Criaremos superatletas?

In SCIAM (Agosto 2004)

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26/10/2007

Milagre à Força!

Estão-se a passar. O homem tem que ser rapidamente dado como santo e, então, há que fabricar uns milagres quanto antes!
Está a fazer furor em determinados meios católicos que, aparentemente, incluem a TV do Vaticano, a foto de uma fogueira que, nas mentes permeáveis e facilmente sugestionáveis de alguns católicos, dizem tratar-se da imagem de João Paulo II!


Porque é que o anterior Papa haveria de aparecer numa fogueira e não numa sandes de torresmos é um assunto sobre o qual não me quero debruçar. Mas, pergunto-me, o que terá visto um observador da mesma fogueira desviado 45º para a esquerda?
Por outro lado, não seria esta uma mensagem de deus a sugerir um maior apoio à Palestina? Cada um vê o que lhe parece mais conveniente… mas, não passa de ilusão. In http://www.heldersanches.com/

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Doping PARTE I


A terapia genética para restaurar músculos afectados pela idade ou por doenças está a um passo de poder ser usada por médicos, mas os atletas do elite já pensam em utilizá-los para realçar o seu desempenho, transformando para sempre a natureza do desporto.

Este tipo de geneterapia pode transformar a vida de idosos e de pessoas que sofram de distrofia muscular. O problema está nos atletas adeptos do doping, não é possível distinguir as substâncias produzidas por esse gene dos seus correspondentes naturais.
As células-satélite respondem ao factor de crescimento I semelhante à insulina (IGF-I), aumentando o número de divisões celulares. A miostasina, outro factor de regulação, inibe a sua proliferação.

A equipa de H. Lee Sweeney da Universidade da Pansilvânia analisou a possibilidade de usar o IGF-I para alterar a função muscular escolhendo como vector do implante do gene no tecido o vírus adenoassociado (AAV), visto que infecta o músculo humano sem causar nenhuma doença conhecida.

Depois de injectar a combinação de AAV-AGF-I em camudongos jovens, o tamanho geral dos músculos e o ritmo em que eles cresciam eram entre 15% e 30% maiores que o normal.

Terapias que bloqueiam a miostasina têm grande apelo para as pessoas saudáveis que queiram obter um aumento muscular rápido. Estas drogas sistémicas não são capazes de atingir músculos predeterminados, tal com uma transferência genética, mas têm a vantagem de ser administradas mais facilmente no caso de haver algum problema. Por outro lado, seria fácil para as agências reguladoras detectar essas drogas com um exame de sangue.
E se os atletas resolverem utilizar uma terapia genética semelhante à AAV-IGF-I? O produto do gene só seria encontrado no músculo e não no sangue ou na urina e seria idêntico ao seu correspondente natural. Só uma biópsia poderia provar a presença de determinado gene sintético ou de um vector. No caso do AAV, muitas pessoas podem já estar naturalmente infectadas por esse vírus. Sendo assim, o exame seria inconclusivo. Como a maioria dos atletas não se sujeitaria a esse tipo de biópsia invasiva antes de uma competição, o doping genético permaneceria virtualmente invisível.Em corridas de curta distância, pode ser desejável manipular genes para transformar fibras musculares no tipo rápido. Para um maratonista, o ideal seria aumentar a sua resistência.
Fonte: SCIAM, Agosto 2004 (www.sciam.com.br)

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26/06/2007

Diabo a Sete e Rebimbo'Malho



Apresentação do primeiro álbum dos Diabo a Sete no TAGV, em Coimbra.


Grande concerto!




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19/05/2007

Adão e Eva




Se Adão e Eva existiram:

1 - Houve evolução

2 - Eva era às manchinhas pretas, amarelas, vermelhas, brancas...

De certo teve de haver uma evolução, caso contrário como explicar as "raças"?

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17/05/2007

Geometria do Universo


Se a densidade de matéria/energia no começo tivesse sido exactamente igual à densidade crítica, então ficaria igual à densidade crítica durante a expansão do espaço. Mas se a densidade de matéria/energia tivesse sido um mínimo maior ou menor que a densidade crítica, a expansão tê-la-ia levado a valores muito afastados da densidade crítica.

A densidade matéria/energia do universo não é milhares de vezes inferior ou superior à densidade crítica: o espaço não é substancialmente curvo, positiva ou negativamente. O que quer dizer que o universo, no início, estava num equilíbrio muito precário numa aresta extremamente fina.

O problema da planura não mostra que o modelo convencional do big bang esteja errado. Um crente fervoroso reage ao problema da planura com um encolher de ombros e a resposta rápida, “era assim que as coisas eram nessa altura”, assumindo a densidade de matéria/energia incrivelmente precisa do universo inicial como um dado adquirido por explicar.

A evolução da cosmologia inflacionária prevê que a parte que podemos ver do universo deva ser praticamente plana. Prevê que a densidade de matéria/energia que observamos deva ser quase 100 por cento da densidade crítica.

Deveríamos observar um universo plano com a densidade de matéria/energia crítica? A resposta, há uns anos, era “não”. Pesquisas na quantidade de matéria/energia apontavam para 5 por cento da densidade crítica. O erro cometido nesta resposta foi que, na altura, só tiveram em conta a matéria e energia que emitem luz.

As análises mostravam que muitas das galáxias mais velozes deveriam ser sacudidas do aglomerado. Mas nenhuma delas o era. Poderia haver matéria adicional no aglomerado, que não emitia luz mas fornecia a atracção gravitacional adicional necessária para o manter intacto.

A nova resposta foi que a matéria escura perfaz cerca de 25 por cento da densidade crítica. Juntamente com os 5 por cento da matéria visível, a matéria escura leva a conta a 30 por cento da quantidade prevista pela cosmologia inflacionária.

Como justificar os 70 por cento em falta?

Os físicos procuram segundas opiniões quando se lhes deparam dados ou teorias que apontam para resultados intrigantes. Destas segundas opiniões, as mais convincentes são as que alcançam a mesma conclusão seguindo um ponto de vista que difere imenso da análise original. Quando as setas da explicação convergem para um único ponto de ângulos diferentes, há uma boa possibilidade de que estejam a apontar para a mouche do alvo científico.

Até cerce de 7 mil milhões de anos APB dominava a atracção gravitacional. Por esta altura, à medida que a matéria se espalhava, a atracção gravitacional diminuía, o empurrão da constante cosmológica passava gradualmente a dominar.

Uma constante cosmológica que contribui 70 por cento da densidade crítica, juntamente com os 30 por cento da matéria comum e energia escura, levaria a massa/energia aos 100 por cento previstos pela cosmologia inflacionária. O empurrão repulsivo mostrado pelos dados de supernovas pode ser explicado como sendo a quantidade de energia escura necessária para entrar em conta com os 70 por cento do universo ainda não vistos.

No início, a energia do universo era carregada pelo campo do inflatão, que estava em repouso longe do seu estado de energia mínima. Devido à sua pressão negativa, o campo do inflatão provocou uma enorme explosão de expansão inflacionária. 10-35 segundos mais tarde, enquanto o inflatão deslizava para uma energia potencial mais baixa, a explosão de expansão terminou e o inflatão libertou a sua energia acumulada, usada para a produção de matéria e radiação comuns. Durante milhares de milhões de anos estes constituintes exerceram atracção gravitacional normal que retardou a expansão espacial. À medida que o universo crescia e se tornava mais difuso, a atracção gravitacional diminuía. Há cerca de 7 mil milhões de anos, a atracção gravitacional normal tornou-se suficientemente fraca para que a repulsão gravitacional da constante cosmológica do universo se tornasse dominante, e desde então a taxa de expansão espacial tem vindo a aumentar continuamente.

Daqui a uns 100 mil milhões de anos o universo será um sítio vasto, vazio e solitário.

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NASA encontra anel de matéria escura


Astrónomos da NASA identificaram um gigantesco anel de matéria escura num aglomerado de galáxias, a cinco mil milhões de anos-luz da Terra, com a ajuda do telescópio espacial Hubble.

O anel, com um diâmetro estimado em 2,6 milhões de anos-luz, foi descoberto no aglomerado de galáxias ZwCl0024+1652 e é a maior prova que confirma a existência de matéria escura.

Os astrónomos desconhecem ainda quais os componentes que constituem esta matéria invisível, que não emite luz, não brilha e compõe 80 por cento da massa do Universo.

O estudo, publicado pela revista científica "Astrophysical Journal", refere que a formação do anel no aglomerado resultou de uma possível colisão entre duas galáxias.

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15/05/2007

Simetria

Se aquecermos um pedaço de gelo até aos 0ºC e continuarmos a aquecer, o gelo começa a tornar-se água líquida. Quando chegamos aos 100ºC dá-se outra mudança: a água líquida transforma-se em vapor de um gás quente. Os três estados partilham da mesma composição molecular.

A simetria desempenha um papel central nas transições de fase. À escala molecular o gelo tem uma estrutura cristalina com moléculas de H2O dispostas numa rede hexagonal ordenada. Ao aquecermos, o arranjo cristalino derrete e forma um agrupamento de moléculas desordenado e uniforme – água líquida – e vemo-la igual para qualquer ângulo de rotação. Aumentámos a simetria.

A transição de fase líquida para vapor também resulta de um aumento de simetria. Numa molécula de água, em média, as moléculas individuais estão agrupadas com o lado do hidrogénio de uma molécula próximo do lado do oxigénio da sua vizinha. Se rodássemos uma dada molécula nesse grupo, isso perturbaria o padrão molecular. Quando a água ferve e se torna vapor as moléculas flutuam livremente; já não existe um padrão para as orientações das moléculas, o gás fica sempre a parecer o mesmo. Há um aumento de simetria ao passar da fase sólida para líquida e da fase líquida para gasosa.

Há razões para acreditar que, quando o universo passou por certas temperaturas críticas – análogas às das transições de fase da água -, sofreu uma mudança radical e uma redução drástica de simetria.

A “substância” que condensou, ou congelou, quando o universo arrefeceu e atravessou temperaturas específicas é um campo, o campo de Higgs.

Os fotões são os constituintes elementares dos campos electromagnéticos. Os gravitões são as partículas que constituem o campo gravitacional. Os gluões são as partículas constituintes da força nuclear forte, as partículas W e Z (força nuclear fraca e forte formam os campo de Yang-Mills) são as constituintes da força nuclear fraca e o electrão é a partícula constituinte do campo do electrão.

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BANG!

À medida que o tempo recua, o espaço encolhe, as galáxias aproximam-se mas o tamanho global permanece o mesmo, porque? Se o espaço é infinito e reduzirmos todas as distâncias o tamanho a metade continua a ser infinito.

A partir de uma erupção o espaço e o tempo emergiram. Contudo, se o universo é espacialmente infinito, havia já uma extensão espacial infinita no momento do big bang. Estas condições existiam por toda a parte e não num único ponto. A erupção do big bang ocorreu por toda a parte nesta extensão infinita. Após a explosão o espaço expandiu, mas o seu tamanho global não aumentou, uma vez que algo que já é infinito não pode ficar ainda maior. O que aumentou foram as separações entre objectos.

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09/05/2007

Stellarium



Stellarium is a free open source planetarium for your computer. It shows a realistic sky in 3D, just like what you see with the naked eye, binoculars or a telescope.

It is being used in planetarium projectors. Just set your coordinates and go.





Visita e faz o download
: http://www.stellarium.org/




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07/05/2007

Large Hadron Colider


Não sei se aquela palavra no título do post vos diz alguma coisa , se estiverem ligados à Ciência é quase impossível não ter ouvido falar nele , se a Ciência não vos dizer nada e se gostarem de ler , e porventura leram o livro Anjos e Demónios Este centro de investigação é dos maiores do mundo , se não for o maior ,centrando o seu âmbito na Física das Particulas . Só para terem uma ideia o novo acelarador(já explico o que é) que esta no CERN , que se designa por LHC ( Large Hadron Colider) representa a maior colaboração científica da História : mais de 4000 investigadores de 40 países .


Um acelerador de partículas muito sucintamente , é um acelerador como o próprio nome indica de "coisas muito pequenas " sendo agrupadas no que podemos chamar partícula, contudo estas partículas têm tamanhos muito reduzidos não sendo possível ao olhos humano poder ver a beleza do universo atómico , na verdade nem no mais potente microscópio electrónico, só consegue ver o "rasto destas partículas porque estas, sendo aceleradas por um campo magnético fortíssima faz com que aconteça colisões muito energéticas .

O LHC está enterrado 80 metros à superfície , na zona de fronteira entre a França e a Suiça , e para guiar os protões ( partículas positivas) na viagem pelo acelerador são necessários campos magnéticos muito elevados , que são obtidos por imanes supercondutores arrefecidos a temperaturas da ordem dos 270 graus negativos , ou seja , próximo do zero absoluto .

Os objectivos do LHC , destaca-se descobrir uma partícula muito esquiva designada por Bosão de Higgs , que se supõe ser “ a mãe de todas as partículas “ . Pois ela é que confere a massa a todas as outras partículas . O modelo padrão da Física ( já falei sobre ele num post anterior) assenta nessa existência dessa partícula , e também teorias inovadores que têm um dos pressupostos é a existência dessa partícula . Outro objecto é provar a existência de partículas superpesadas , para provar a teoria da Supersimeria que pretende unificar as quatro forças da Natureza.

Quanto ao detector , o ATLAS , as dimensões deste são monstruosas 46 metros de comprimento por 25 de altura e tem uma massa de 7000 toneladas . Para terem ideia da precisão deste detector consegue medir o efeito das marés lunares nos feixes das partículas , que representa um mm em 27 km , parece insignificante , mas é detectável.

Estes “colossos” custam 2000 milhões de euros para LHC e 325 milhões para o ATLAS.


Para terem uma ideia do tamanho do acelerador e da localização .( Vai entrar em funcionamento em 2007)

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Cientistas finalizam 1ª fase de construção do LHC

Os técnicos da Organização Européia de Pesquisa Nuclear (CERN) colocaram hoje o último grande ímã supercondutor de 34 toneladas que completa o anel subterrâneo de 27 km construído entre a França e a Suíça.

Após dois anos de intensos trabalhos, um guindaste gigante baixou o ímã, de 15 metros de comprimento. Ele foi instalado cerca de 50 metros abaixo da terra, num ato público com a presença de centenas de técnicos, cientistas, jornalistas e convidados.

Para a construção do grande anel, que fica a uma profundidade de 50 a 100 metros entre França e Suíça, com precisão de décimos de milímetro, foram usadas milhares de toneladas de material, segundo os dirigentes do CERN.

O objetivo é que, a partir de novembro, seja possível acelerar prótons ou íons de chumbo a velocidades próximas à luz, para depois provocar sua colisão. Os cientistas recriarão assim condições como as do "Big Bang", que deu origem ao Universo.

Além disso, entre centenas de projetos, os cientistas querem demonstrar a existência do ainda hipotético bosón de Higgs, conhecido como a "partícula de Deus". Ele permitiria completar o modelo standard da física de partículas.

Um erro de cálculo provocou o rompimento, há um mês, do suporte de um dos ímãs. Ao cair, com uma grande explosão, ele encheu o túnel de hélio e pó. Foi preciso retirar todo o pessoal e revisar todos os ímãs da mesma série. Mesmo assim, o maior centro de pesquisa nuclear do mundo não alterou as suas previsões de entrada em funcionamento do acelerador.

Cada protón dará 11.245 voltas por segundo no anel, girando durante 10 horas. A distância percorrida será equivalente a uma viagem de ida e volta a Netuno.

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Evolucionismo vs Criacionismo

Este video põe frente a frente duas correntes de como surgiu a vida , o Evoluccionismo e o Criacionismo



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05/05/2007

Teoria dos Elos Perdidos

Elos perdidos existem sempre e sempre existirão, neste ou noutro qualquer contexto. Entre dois pontos diferentes podemos definir um número infinito de pontos intermédios. Ao ser descoberto um fóssil a que chamaremos 1, que evolui para outro também descoberto denominado 2, virão os criacionistas com a teoria do elo perdido, pois não existe um fóssil 1,5. Caso um dia seja descoberto um fóssil denominado 1,5 virão novamente os criacionistas ainda com mais argumentos, pois desta vez conseguem ver 2 elos perdidos, o 1,25 e o 1,75. A situação pode prolongar-se ad nauseam.

Aplicando este raciocínio ao quotidiano de devotos religiosos cristãos poderemos indagar se estes alguma vez poderão sair de casa para ir até uma paróquia, visto que entre o ponto de partida e o de chegada existem infinitos pontos intermédios de passagem.

Podemos também encaixar este raciocínio em qualquer filme, e assim concluir que eles representam nada e coisa nenhuma. Como um filme é apenas uma sequência de imagens, poderemos pegar num segundo de um filme com 27 frames por segundo a título de exemplo, e atribuir-lhe os dotes do inifinto ad nauseam. Se entre o frame 1 e o frame 2 não existe um frame 1,5, então existe um elo perdido no filme. Se aplicarmos a teoria do meio frame a um filme de 90 minutos a 27 frames por segundo extraímos cerca de 145800 elos perdidos.

Elos perdidos ad nauseam não faltam. Tal não acontece com a racionalidade.

http://www.ateismo.net/diario

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04/05/2007

Indignação

(Clique para aumentar a imagem e a indignação)
Fonte: Público, hoje.

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